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Resumo dos artigos deste fascículo
| CORREÇÃO
CIRÚRGICA DO ESTRABISMO HORIZONTAL EM PORTADORES
DE ALTA MIOPIA
Autores: Fábio Ejzenbaum, Mauro Goldchmit, Carlos R. Souza-Dias, Marcelo F. Gaal Vadas |
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TERAPIA OCLUSIVA EM AMBLIOPIA: FATORES PROGNÓSTICOS.
Autores: Ana Carolina Fava Salata, Veridiana Toledo Nascimento Villaça, Renato Lopes Roma, Denise Yvonne Janovitz Norato, Keila Miriam Monteiro de Carvalho |
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CITOLOGIA DE IMPRESSÃO DA SUPERFÍCIE OCULAR: TÉCNICA DE EXAME E DE COLORAÇÃO.
Autores: Jeison de Nadai Barros, Vera Lucia Degaspare Monte Mascaro, José Álvaro Pereira Gomes, Denise de Freitas, Ana Luisa Hofling de Lima |
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CORRELAÇÃO E CORRESPONDÊNCIA TOPOGRÁFICA ENTRE ESPESSURA DA CAMADA DE
FIBRAS NERVOSAS DA RETINA E CAMPO VISUAL NO GLAUCOMA PRIMÁRIO DE ÂNGULO
ABERTO.
Autores: Paula Boturão de Almeida, Geraldo Vicente de Almeida, Ralph Cohen, João Antonio Prata Júnior, Paulo Augusto de Arruda Melo |
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| MICROBIOLOGICAL
EFFICACY OF LOMEFLOXACIN AND OTHER DRUGS
TO MICROORGANISMS ISOLATED FROM THE HUMAN CONJUNCTIVA.
Autores: Ana Luísa Hofling-Lima, Cecília Tobias de Aguiar Moeller, Maria Cecília Zorat Yu, Bruno Castelo Branco, Michel Eid Farah |
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TERMOTERAPIA TRANSPUPILAR EM MELANOMA MALIGNO DA CORÓIDE. Autores: Martha M. Motomo Chojniak, Tércio Guia, Fausto Uno, Clélia Maria Erwenne |
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RELATO DE UMA SÉRIE DE 30 CASOS PRESUMÍVEIS DE NEURORRETINITE SUBAGUDA
UNILATERAL DIFUSA (DUSN)
Autores: Marcus Augusto Gomes de Matos, Denise Dantas Boudoux Silva, Silvana Aranha Trigueiro, Ana Lúcia de Andrade Lima Arcoverde, Sandra Dias, Marisa Zamora Kattah |
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ANALISADOR DE ESPESSURA RETINIANA (RTA) NA AVALIAÇÃO DE
BURACO MACULAR.
Autores: Márcio Bittar Nehemy, Cláudia Borghi de Siqueira, Silvana Cecília Gomes Negrão, Márcio Zisman, Elke Passos |
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| IMPACTO
ECONÔMICO NO TRATAMENTO DO GLAUCOMA: VOLUME
DE GOTAS DE COLÍRIOS ANTIGLAUCOMATOSOS BRASILEIROS E
NORTE-AMERICANOS. Autores: Roberto Roizenblatt, Denise de Freitas, Rubens Belfort Jr., Ana Luisa Hofling-Lima, João Antonio Prata Jr. |
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| OFTALMOMIÍASE
INTERNA POSTERIOR: RELATO DE DOIS CASOS DE LARVA VIVA NO ESPAÇO
SUB-RETINIANO. Autores: Rogil José de Almeida Torres, Naoye Shiokawa, Rogério João de Almeida Torres |
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| CORREÇÃO
CIRÚRGICA DO ESTRABISMO HORIZONTAL EM PORTADORES
DE ALTA MIOPIA Fábio Ejzenbaum Mauro Goldchmit Carlos R. Souza-Dias Marcelo F. Gaal Vadas Objetivo: Análise dos resultados cirúrgicos da correção dos estrabismos horizontais em portadores de alta miopia, em pacientes do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Métodos: Foram estudados os prontuários de 24 pacientes esotrópicos e 17 exotrópicos, portadores de miopia maior que 6,00 DE operados para correção do estrabismo. Consideramos como bons resultados cirúrgicos desvios residuais entre esotropia e exotropia de 10D. Resultados: Observou-se grande incidência de maus resultados entre os pacientes esotrópicos altos míopes. Conclusão: Concluímos que existe uma tendência a piores resultados cirúrgicos nos pacientes esotrópicos com miopia maior que -6,00 DE, em comparação com esotrópicos com erro refrativo entre -0,75 DE e +3,50 DE. |
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TERAPIA OCLUSIVA EM AMBLIOPIA: FATORES PROGNÓSTICOS. Ana Carolina Fava Salata Veridiana Toledo Nascimento Villaça Renato Lopes Roma Denise Yvonne Janovitz Norato Keila Miriam Monteiro de Carvalho Objetivos: Ambliopia é o defeito visual mais comum em crianças e por mais de 250 anos a terapia oclusiva vem sendo o melhor tratamento. Sendo assim, propusemo-nos a determinar os fatores que influenciam no sucesso do tratamento da ambliopia por terapia oclusiva em nosso meio. Métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo com 169 crianças amblíopes atendidas no Ambulatório de Ambliopia do Hospital de Clínicas da UNICAMP, Campinas (SP), entre janeiro de 1996 e maio de 1998. A população atendida foi classificada quanto ao sexo, idade de início do tratamento por faixa etária (3 grupos), olho afetado, tipo de ambliopia (estrabísmica, anisometrópica, por deprivação, associação de dois tipos), tempo de seguimento, gravidade da ambliopia (leve, moderada, grave), adesão ao tratamento (regular, irregular) e resposta obtida (cura, melhora, sem cura). Resultados: A adesão ao tratamento não diferiu entre as faixas etárias (p=0,68) e não foi influenciada pela gravidade da ambliopia (p=0,82). Dos pacientes estudados 52,67% curaram-se, 19,52% melhoraram e 27,81% não obtiveram cura. Os pacientes com adesão regular tiveram índice de cura significativamente maior do que os pacientes com adesão irregular (p=0,0009). O resultado do tratamento não dependeu da idade de início do mesmo (p=0,39) e da gravidade da ambliopia (p=0,30). Conclusão: Concluímos, assim, que, no nosso grupo de estudo, a adesão é o principal fator prognóstico no sucesso da terapia oclusiva. |
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CITOLOGIA DE IMPRESSÃO DA SUPERFÍCIE OCULAR: TÉCNICA DE EXAME E DE COLORAÇÃO. Jeison de Nadai Barros Vera Lucia Degaspare Monte Mascaro José Álvaro Pereira Gomes Denise de Freitas Ana Luisa Hofling de Lima Objetivo: Apresentar uma técnica de exame e de coloração de amostras de citologia de impressão da superfície ocular desenvolvida em serviço de referência. Método: Obtiveram-se 28 amostras de citologia de impressão de pacientes com alterações da superfície ocular no Setor de Doenças Externas Oculares no período de julho a novembro de 1999. Coraram-se e avaliaram-se as amostras microscopicamente no Laboratório de Microbiologia Ocular, do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista Medicina. Resultados: Desenvolveu-se um modelo de papel de filtro com ápice, base e abertura lateral, que forneceu seu posicionamento correto no olho no momento da colheita e na lâmina para a fixação e coloração. A técnica de coloração descrita, que usa ácido periódico-Schiff, hematoxilina e Papanicolaou, é um procedimento econômico e fácil, cora as células caliciformes de róseo e as epiteliais de roxo. Conclusões: A técnica de exame mostrou-se ideal na avaliação celular das amostras de citologia de impressão. A citologia de impressão é um método bastante confiável para o estudo da superfície ocular, no acompanhamento da evolução de patologias externas, e provou ser um procedimento realmente simples, mais barato e mais confortável para o paciente que as biópsias invasivas. |
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CORRELAÇÃO E CORRESPONDÊNCIA TOPOGRÁFICA ENTRE ESPESSURA DA CAMADA DE
FIBRAS NERVOSAS DA RETINA E CAMPO VISUAL NO GLAUCOMA PRIMÁRIO DE ÂNGULO
ABERTO. Paula Boturão de Almeida Geraldo Vicente de Almeida Ralph Cohen João Antonio Prata Júnior Paulo Augusto de Arruda Melo Objetivo: Verificar a correlação e a correspondência topográfica entre a espessura da camada de fibras nervosas da retina, medidas pelo polarímetro de varredura a laser GDxTM Scanning Laser System® e o campo visual, medido pelo perímetro automatizado Humphrey® ("white-white") em portadores de glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Foram investigadas as seguintes correlações: 1- Correlação entre a média da sensibilidade dos quadrantes e do ponto de fixação do campo visual, em decibéis, e a média da espessura da camada de fibras nervosas da retina correspondente, em micra, sem classificação dos olhos dos pacientes quanto ao estadio do comprometimento perimétrico. 2- A mesma correlação anterior, porém, com os olhos dos pacientes distribuídos em classes quanto à alteração perimétrica. 3- Correlação entre os índices globais do campo visual e os índices numéricos do analisador de espessura da camada de fibras nervosas da retina. 4- Correlação entre a média dos valores do gráfico "total deviation" do campo visual e o desvio da normalidade da camada de fibras nervosas da região correspondente. 5- Investigou-se a freqüência de correspondência topográfica entre os defeitos perimétricos e as alterações da camada de fibras nervosas da retina. Utilizou-se o coeficiente de correlação de Spearman, sendo o nível de rejeição para a hipótese de nulidade fixado num valor menor ou igual a 0,05 (5%). Resultados: Observou-se as seguintes correlações estatisticamentes significantes, mas de forma muito pouco intensa: 1- GDX total e Campo visual total; GDX superior e Campo visual nasal inferior; GDX inferior e Campo visual nasal superior; GDX nasal e Campo visual temporal; GDX superior e Campo visual inferior; GDX inferior e Campo visual superior. 2- GDX inferior e Campo visual nasal (medial) superior dos pacientes classificados como graves. 3- Nos olhos classificados como normais: PSD e EM; CPSD e SI.Nos olhos classificados como discretos: SF e SN. Nos olhos classificados como moderados: SF e SI. Nos olhos classificados como graves: MD e SN; MD e EM; MD e S; CPSD e EM. 4- DN t e TD t; DN s e TD ni; DN i e TD ns. 5- Encontramos correspondência positiva (+) em 36 olhos (51,43% dos casos) e correspondência negativa (-) em 34 olhos (48,57% dos casos). Conclusões: Concluiu-se que houve poucas correlações significantes entre esses dois exames, e que as existentes foram muito fracas. Conclui-se, também, que houve correspondência topográfica, na análise dos setores mais comprometidos, em 51,43% dos casos. |
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MICROBIOLOGICAL
EFFICACY OF LOMEFLOXACIN AND OTHER DRUGS
TO MICROORGANISMS ISOLATED FROM THE HUMAN CONJUNCTIVA. Ana Luísa Hofling-Lima Cecília Tobias de Aguiar Moeller Maria Cecília Zorat Yu Bruno Castelo Branco Michel Eid Farah Purpose: To evaluate and compare the in vitro susceptibility of human conjunctival bacterial isolates to various antimicrobial agents, including lomefloxacin, other fluoroquinolones (ciprofloxacin, norfloxacin, and ofloxacin), aminoglycosides (gentamicin, tobramycin, and amicacin), and cephalosporin (cephalothin). Methods: Antibiotic susceptibility tests conducted over a period of 27 months with 613 bacterial isolates from the conjunctiva were retrospectively analyzed. Results: In relation to the total number of positive isolates, the fluoroquinolones showed greater in vitro effectiveness than the other analyzed antibiotics. All bacterial isolates showed significantly higher susceptibility to ciprofloxacin than to lomefloxacin. Conclusion: The fluoroquinolones are not only equally effective against all conjunctival bacterial isolates, but they also show superior antimicrobial activity in comparison to aminoglycosides and cephalothin. These results suggest that fluoroquinolones, such as lomefloxacin, can be beneficially prescribed for conjunctival infections and also as prophylaxis in ocular surgery. |
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TERMOTERAPIA TRANSPUPILAR EM MELANOMA MALIGNO DA CORÓIDE. Martha M. Motomo Chojniak Tércio Guia Fausto Uno Clélia Maria Erwenne Objetivo: Vários métodos vem sendo utilizados para o tratamento dos melanomas da coróide. A proposta deste trabalho preliminar é avaliar a eficácia da termoterapia transpupilar (TTT) como tratamento primário de melanomas da coróide pequenos. Métodos: Foi realizado um trabalho prospectivo e não-randomizado para avaliar os aspectos clínicos, resposta do tumor, complicações e resultados visuais de pacientes portadores de melanomas da coróide pequenos (até 4,0 mm de espessura e 12 mm de diâmetro basal) tratados por termoterapia transpupilar utilizando-se sucessivas aplicações de laser diodo contínuo de 810 nm. Resultados: Foram tratados 11 pacientes portadores de melanomas da coróide pequenos. O tumor era único e pigmentado em 100% dos casos. Crescimento documentado esteve presente em 5 pacientes (45,45%) previamente ao tratamento e fatores de risco para crescimento ou metástase estavam presentes em todos os pacientes. O tempo de seguimento destes pacientes a partir do tratamento foi em média de 5,72 meses (3 - 8 meses). Foram utilizadas 3 sessões de laser em 5 pacientes (45,45%) e 4 sessões em 6 pacientes (64,64%). As lesões apresentavam, por ocasião do diagnóstico, uma espessura média de 2,65 mm (1,85-3,86 mm), com maior diâmetro basal médio de 7,98 mm (4,2-11,33 mm). Após o tratamento, a espessura média foi de 1,83 mm (0,98-2,93 mm) e o maior diâmetro basal médio foi de 6,59 mm (3,81 mm -10,67 mm). Das lesões tratadas, 100% apresentaram diminuição da altura e do máximo diâmetro basal, tendo sido a diminuição média da espessura de 0,89 mm e do máximo diâmetro basal de 1,39 mm. A acuidade visual manteve-se inalterada em 5 casos (45,45%) e piorou após o tratamento em 6 casos (54,54%). Ocorreram complicações em 9 casos, tendo sido considerada complicação grave 1 caso de descolamento parcial da retina (9,09%); as outras complicações foram consideradas leves: pequenas hemorragias intra-retinianas em 7 pacientes (63,63%), vitreite associada a tênues membranas vítreas em 1 paciente (9,09%) e quemose associada a edema palpebral em 1 paciente (9,09%). Controle tumoral local com conservação do globo ocular foi observado durante este pequeno tempo de seguimento em 100% dos pacientes tratados. Por ocasião da "última revisão", 100% dos pacientes estavam vivos e sem doença metastática. Conclusão: Este estudo preliminar sugere que a termoterapia transpupilar apresenta-se como um método efetivo e seguro para o tratamento de selecionados melanomas pequenos da coróide. Para melhor avaliação é necessário tempo de seguimento prolongado. |
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RELATO DE UMA SÉRIE DE 30 CASOS PRESUMÍVEIS DE NEURORRETINITE SUBAGUDA
UNILATERAL DIFUSA (DUSN) Marcus Augusto Gomes de Matos Denise Dantas Boudoux Silva Silvana Aranha Trigueiro Ana Lúcia de Andrade Lima Arcoverde Sandra Dias Marisa Zamora Kattah Objetivo: Relatar uma série de 30 casos com características de neurorretinite subaguda unilateral difusa em Pernambuco e descrever os aspectos clínicos e epidemiológicos. Métodos: Análise retrospectiva de 30 pacientes com neurorretinite subaguda unilateral difusa, atendidos no ambulatório de uveítes da Fundação Altino Ventura e do Hospital de Olhos de Pernambuco, de janeiro de 1998 a abril de 2000. Resultados: Em relação ao sexo, 20 pacientes (66,7%) eram do sexo masculino. A idade variou de 7 a 40 anos com média de idade de 18,1 anos (s = 6,9). O olho esquerdo foi acometido em 15 casos (50,0%). A acuidade visual para longe com a melhor correção era igual ou pior do que 20/400 em 29 casos (96,7%). Os achados fundoscópicos foram considerados graves em mais da metade dos casos. Palidez do disco óptico grave em 20 casos (66,6%), estreitamento vascular retiniano grave em 16 casos (53,3%) e atrofia do epitélio pigmentar retiniano grave em 15 casos (50,0%). Conclusão: Devido ao fato de, em nenhum dos pacientes, haver sido encontrada larva no espaço subretiniano e conseqüente realização de tratamento adequado, os casos relatados neste estudo apresentaram avançado grau de acometimento ocular e importante baixa da acuidade visual. |
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ANALISADOR DE ESPESSURA RETINIANA (RTA) NA AVALIAÇÃO DE
BURACO MACULAR. Márcio Bittar Nehemy Cláudia Borghi de Siqueira Silvana Cecília Gomes Negrão Márcio Zisman, Elke Passos Objetivo: Avaliar os resultados do Analisador de Espessura Retiniana (RTA) em olhos com buraco macular e compará-los aos achados da biomicroscopia do segmento posterior, retinografia e fluoresceinografia. Métodos: Foram estudados por meio do analisador de espessura retiniana, biomicroscopia do segmento posterior, retinografia e fluoresceinografia, dez olhos de seis pacientes com diagnóstico de buraco macular. Destes, 8 foram examinados antes de qualquer tratamento, e dois, após o tratamento do buraco macular pela vitrectomia. Resultados: Em dois olhos com diagnóstico de buraco macular pelo exame clínico e outros exames complementares, a opacidade dos meios impediu a análise pelo analisador de espessura retiniana. O corte óptico do analisador de espessura retiniana mostrou concordância com os achados clínicos e com os observados nos oito olhos em que o exame foi possível. O corte topográfico nos dois olhos que apresentavam buraco macular fechado pela cirurgia mostraram espessura foveal média normal, e nos seis olhos com buraco macular não operado, espessura foveal média aumentada. Conclusão: O corte óptico do analisador de espessura retiniana evidenciou o buraco macular, forneceu informações sobre sua largura e profundidade e comprovou o fechamento do buraco após a vitrectomia. O corte topográfico do analisador de espessura retiniana mostrou espessura foveal média normal nos dois casos de fechamento do buraco macular e, espessura foveal média aumentada em todos os seis olhos não operados. |
| IMPACTO
ECONÔMICO NO TRATAMENTO DO GLAUCOMA: VOLUME
DE GOTAS DE COLÍRIOS ANTIGLAUCOMATOSOS BRASILEIROS E
NORTE-AMERICANOS. Roberto Roizenblatt Denise de Freitas Rubens Belfort Jr. Ana Luisa Hofling-Lima João Antonio Prata Jr. Objetivo: Comparar o exame de gotas de colírios antiglaucomatosos norte-americanos e brasileiros, e a repercussão no custo do tratamento. Métodos: Estudo volumétrico da gota e conseqüente número de gotas por mililitro, com estabelecimento da duração média de cada frasco de colírio para a posologia e custo anual do tratamento. Resultados: A gota de Alphaganâ brasileiro foi em média 18% maior que a norte-americana, com duração média de 30,8 dias e custo anual de R$ 440,70; o Alphaganä norte-americano teve duração média de 36,3 dias e custo anual de R$374,10, ou seja, 17,8% de diferença no custo anual. A gota de Betoptic Sâ brasileiro foi 38,4% maior que a norte-americana, com duração de 31,3 dias e custo anual de R$ 192,60; o Betoptic Sä norte-americano teve duração de 43,3 dias e custo anual de R$ 139,40, ou seja, 38,1% de diferença no custo anual. A gota de Iopidineâ brasileiro foi 46,3% maior que a norte-americana, com duração de 35,7 dias e custo anual de R$ 365,00; o Iopidineä norte-americano teve duração de 52,6 dias e custo anual de R$ 248,40, ou seja, 46,9% de diferença no custo anual. A gota de Timoptolâ foi 14,7% maior que a norte-americana, com duração de 45,4 dias e custo anual de R$ 58,40; o Timopticä norte-americano teve duração de 52,1 dias e custo anual de R$ 51,00, ou seja, 14,5% de diferença no custo anual. Conclusões: Em todos os colírios o volume da gota brasileira foi estatisticamente maior, acarretando menor duração do frasco, maior custo anual do tratamento com desperdício significativo e prejuízo para o consumidor. |
| OFTALMOMIÍASE
INTERNA POSTERIOR: RELATO DE DOIS CASOS DE LARVA VIVA NO ESPAÇO SUB-RETINIANO. Rogil José de Almeida Torres Naoye Shiokawa Rogério João de Almeida Torres Descrevemos dois casos de oftalmomiíase interna posterior, com a presença de larva viva no espaço subretiniano. Fazemos uma revisão bibliográfica, dando ênfase ao diagnóstico e tratamento desta rara afecção ocular infecciosa. |
| Atualização Continuada 1 | Atualização Continuada 2 |
| Relato de Caso 1 | Relato de Caso 2 | Relato de Caso 3 |