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Resumo dos artigos deste fascículo
| IMPLANTE DE SCHOCKET
MODIFICADO EM GLAUCOMAS REFRATÁRIOS: RESULTADOS A LONGO PRAZO Autores: João Antonio Prata Jr, Antonio Eduardo Pereira, Carlos Akira Omi |
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ALTERAÇÕES OCULARES NA DOENÇA DE CHAGAS CRÔNICA: COMPROVAÇÃO NA REGIÃO
ENDÊMICA DE ÁGUA COMPRIDA (MG) Autores: João Antonio Prata, João Antonio Prata Jr, Dalmo Correia, Aluizio R. Prata |
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| CERATECTOMIA FOTORREFRATIVA
ASSOCIADA Á CERATOTOMIA LAMELAR PEDICULADA (LASIK) PARA CORREÇÃO DE
MIOPIAS, COM OU SEM SECAGEM DO ESTROMA Autores: Cesar K. Suzuki, Edson S. Mori, Norma Allemann, Paulo Schor, Mauro Campos, Wallace Chamon |
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| SÍNDROME
DE ALPORT: ESTUDO DE UMA FAMÍLIA Autores: Fernando Antônio de Macedo Leal, Ednaldo Atem Gonçalves, Josilene de Carvalho Soares Liarth, Fábio Martins Soares |
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| ALTERAÇÕES
OCULARES EM PACIENTES COM AIDS TRATADOS COM INIBIDOR DE PROTEASE Autores: Paulo de Tarso Dualiby, Jamal M. A. H. Suleiman, Grace Sanches M. A. H. Suleiman |
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| ANOMALIAS
OCULARES EM PACIENTES PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA GENÉTICA Autores: Jane Chen, Juliana Maria Ferraz Sallum, Silvia Bragagnolo Longhitano, Décio Brunoni |
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| MÉDIA
DAS MEDIDAS PALPEBRAIS EM DESCENDENTES DE ORIENTAIS Autores: André Luis Ferreira Pamplona, Midori H. Osaki, Patrícia Y. Miyazato, Ana Estela B.P. Sant’Anna |
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| ESTUDO
COMPARATIVO DA ACOMODAÇÃO RESIDUAL APÓS INSTILAÇÃO DE COLÍRIOS DE
TROPICAMIDA A 1%, CICLOPENTOLATO A 1% E ASSOCIAÇÃO DE TROPICAMIDA A 1% +
CICLOPENTOLATO A 1%. Autores: Renato Klingelfus Pinheiro, Adamo Lui Netto |
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| O
USO DA QUIMIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA RETINOBLASTOMA: AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA Autores: Fernando Leite Kronbauer, Zélia Maria S. Corrêa, Cláudia Tyllmann, Carlos Eugênio Escovar, Ítalo Mundialino Marcon |
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| IMPLANTE DE SCHOCKET
MODIFICADO EM GLAUCOMAS REFRATÁRIOS: RESULTADOS A LONGO PRAZO João Antonio Prata Jr Antonio Eduardo Pereira Carlos Akira Omi Objetivo: Analisar os resultados a longo prazo obtidos com o implante de Schocket modificado. Métodos: Os prontuários de 45 pacientes (45 cirurgias) submetidas ao implante de Schocket modificado com pelo menos um ano de acompanhamento foram analisados. Estudou-se as taxas de sucesso (sucesso=Po<22 mmHg), tempo de sobrevida, diagnóstico, acompanhamento pós-operatório, Po inicial e final, redução percentual pós-operatória da pressão intra-ocular (Po) e complicações. Resultados: Após um acompanhamento médio de 31,9 ± 19,9 meses 28 casos (62,2%) foram considerados sucesso. O tempo médio de sobrevida foi de 38,9 meses com probabilidade de sucesso de 0,74 por volta dos 30 meses. A Po inicial foi de 37,2 ± 11,3 e a final de 16,3 ± 9,3 mmHg, com redução de 49,6 ± 32,6 %. A análise das taxas de sucesso e sobrevida entre os diferentes grupos diagnósticos (glaucoma e afacia, neovascular, congênito e pós-ceratoplastia) não revelou diferença estatisticamente significante. Conclusão: Os resultados sugerem que o implante de Schocket modificado propicia um controle satisfatório de glaucomas refratários a longo prazo. |
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ALTERAÇÕES OCULARES NA DOENÇA DE CHAGAS CRÔNICA: COMPROVAÇÃO NA REGIÃO
ENDÊMICA DE ÁGUA COMPRIDA (MG) João Antonio Prata João Antonio Prata Jr Dalmo Correia Aluizio R. Prata Objetivo: Comprovar na região endêmica de Água Comprida (MG) a maior incidência de anisocoria e menor pressão intra-ocular (Po) em chagásicos anteriormente observados em outra região endêmica da doença de Chagas (Mambaí, GO). Material e métodos: Em estudo prospectivo, mascarado e pareado quanto a idade, sexo e cor, foram analisados 190 pacientes (95 pares de chagásicos e não-chagásicos). Em 84 pares, realizou-se estudo fotográfico da pupila para determinação do diâmetro pupilar e freqüências de anisocoria (diferença >0,3 mm). Em 95 pares, foi estudada a pressão intra-ocular entre chagásicos e não-chagásicos. Resultados: No grupo chagásicos foram observados 25 casos de anisocoria (29,8%) e nos não-chagásicos, 10 ocorrências (11,9%), diferença essa estatisticamente significante (p = 0,007). Não houve diferenças estatisticamente significantes para o diâmetro pupilar entre os grupos tanto para OD quanto para OE. Os chagásicos mostraram uma Po média de 11,3±2,5 mmHg em OD e de 11,3±2,4 mmHg em OE e os não-chagásicos uma Po de 13,1±2,6 e 13,1±2,5 mmHg respectivamente, diferenças essas estatisticamente significantes entre chagásicos e não-chagásicos tanto para OD quanto para OE (pOD=pOE <0,0001). Tais diferenças mantiveram-se quando a Po foi comparada quanto ao sexo (feminino p =0,002, masculino p= 0,003). Conclusão: Os resultados comprovam a maior freqüência de anisocoria e menores valores de pressão intra-ocular em pacientes portadores da forma crônica da doença de Chagas. |
| CERATECTOMIA FOTORREFRATIVA
ASSOCIADA Á CERATOTOMIA LAMELAR PEDICULADA (LASIK) PARA CORREÇÃO DE
MIOPIAS, COM OU SEM SECAGEM DO ESTROMA Cesar K. Suzuki Edson S. Mori Norma Allemann Paulo Schor Mauro Campos Wallace Chamon Objetivo: Avaliar os resultados clínicos da ceratectomia fotorrefrativa associada à ceratotomia lamelar pediculada (LASIK), para miopia moderada e alta, com ou sem secagem do leito estromal durante a foto-ablação. Pacientes e Métodos: Estudo retrospectivo de 39 olhos de 30 pacientes submetidos a LASIK sem secagem do leito estromal durante a foto-ablação no período de abril de 1996 a abril de 1997 (Grupo I) e 42 olhos de 28 pacientes com secagem do leito estromal durante a foto-ablação a cada 80 pulsos, no período de abril de 1997 a setembro de 1997 (Grupo II). Após a ceratotomia lamelar pediculada corneana com um microcerátomo automatizado (Chiron Corneal Shaper ®), foi realizada a foto-ablação com excimer laser de fluoreto de argônio de 193 nm da Summit modelo Apex Plus®. Em 2 olhos do Grupo I, a foto-ablação não foi realizada, devido a complicações durante a ceratotomia lamelar. Resultados: O tempo médio de seguimento pós-operatório foi de 8,7 meses no Grupo I e 7,7 meses no Grupo II. A média de tratamento foi de -10,81D (±2,38) no grupo I e -8,73D (±2,82) no grupo II. As médias das variações dos equivalentes esféricos obtidos em relação ao tratamento desejado nos meses 1, 3, 6 e 12 foram respectivamente, -0,96D (±1,19), -1,19D (±1,37), -1,06D (±1,41) e -1,10D (±0,66) no Grupo I e -0,23D (±1,02), -0,41D (±1,34), -0,75D (±1,16) e -1,03D (±1,31) no Grupo II. Três olhos do total (3,7%), todos do Grupo I, perderam 2 ou mais linhas de visão. Na visita mais recente, 17 olhos (45,9%) do Grupo I e 31 olhos (73,8%) do Grupo II apresentaram Acuidade Visual sem correção de 20/40 ou melhor. Ocorreram 4 complicações intra-operatórias no grupo I, sendo que 2 casos tiveram a foto-ablação não-efetuada e uma complicação intra-operatória no Grupo II. Conclusão: A secagem do leito estromal possibilitou recuperação visual mais rápida, devido a menor hipocorreção primária. O seguimento a longo prazo não evidenciou diferenças estatisticamente significantes entre os dois tratamentos. |
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Objetivo: A síndrome de Alport caracteriza-se por nefropatia hereditária, geralmente associada à surdez neurossensorial (Alport, 1927) e alterações oculares (Sohar, 1954). Estudaram-se as manifestações da síndrome em membros de uma mesma família, considerando aspectos clínicos e genéticos. Pacientes e Método: Foram submetidos a exame oftalmológico quinze indivíduos de uma família, dos quais quatro apresentavam síndrome de Alport. Os exames foram realizados na Clínica Oftalmológica do Hospital Getúlio Vargas - Universidade Federal do Piauí (HGV/UFPI). Resultados: Revelaram-se quatro indivíduos afetados pela síndrome de Alport, dos quais três apresentavam surdez moderada, lenticone anterior bilateral e nefropatia crônica, e um tinha manifestação renal isolada. Todos os pacientes eram brancos, do sexo masculino, com idade entre 12 e 25 anos. A acuidade visual dos olhos com lenticone variou de 20/50 a 20/100. Conclusões: A análise da família identificou três casos confirmados e um suspeito, sugerindo padrão de herança recessiva ligada ao X, não sendo possível afastar a herança autossômica dominante com penetrância incompleta. |
| ALTERAÇÕES
OCULARES EM PACIENTES COM AIDS TRATADOS COM INIBIDOR DE PROTEASE Paulo de Tarso Dualiby Jamal M. A. H. Suleiman Grace Sanches M. A. H. Suleiman Objetivo: Estudo visando comparar a eficácia clínica, segurança e toxicidade do indinavir e da zidovudina quando administrados isoladamente e quando administrados concomitantemente. Métodos: Foram estudados, prospectivamente, a partir de abril de 1995, 300 pacientes (599 olhos), soropositivos para o HIV-1, sem infecção oportunista e com CD4 entre 50 e 250 células/mm ³, que fizeram parte de um estudo duplo-cego, randomizado. O parâmetro de eficácia determinado era o aparecimento de infecções oportunistas. Em julho de 1996 os pacientes que recebiam zidovudina isoladamente passaram a receber lamivudina associada. Em fevereiro de 1997 o estudo passa a ser aberto e todos os pacientes passam a receber a associação das 3 drogas. Resultados: São referidos os achados oculares observados no início do estudo e as alterações observadas prospectivamente em um período de 4 anos. Ocorreu retinite por CMV em 3 pacientes (4 olhos, 1,33%), sendo todos do braço inicial do estudo que recebeu zidovudina isoladamente. Conclusão: Os resultados sugerem redução da incidência de retinite por CMV em pacientes tratados com inibidor de protease. |
| ANOMALIAS
OCULARES EM PACIENTES PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA GENÉTICA Jane Chen Juliana Maria Ferraz Sallum Silvia Bragagnolo Longhitano Décio Brunoni Introdução: Para se verificar a prevalência de anomalias oculares em indivíduos portadores de deficiência auditiva de causa genética definitiva ou suspeita, este trabalho apresenta a avaliação oftalmológica de 97 indivíduos portadores de deficiência auditiva. Pacientes e Métodos: 97 indivíduos com diagnóstico definitivo ou suspeito de causa genética para disacusia foram submetidos a exame clínico oftalmológico completo; destes, 10 foram excluídos. Resultados: 42 (48,28%) dos pacientes apresentaram uma ou mais anomalias oculares, 22 (25,29%) pacientes apresentaram várias anormalidades oculares e quadro clínico compatíveis com síndromes genéticas estabelecidas. Conclusões: O exame oftalmológico é importante no diagnóstico sindrômico e etiológico de alguns quadros de disacusia, pois as alterações oculares podem ser a única anomalia associada à mesma. |
| MÉDIA
DAS MEDIDAS PALPEBRAIS EM DESCENDENTES DE ORIENTAIS André Luis Ferreira Pamplona Midori H. Osaki Patrícia Y. Miyazato Ana Estela B.P. Sant’Anna Objetivo: Determinar medidas anatômicas médias em descendentes de orientais (ambos os pais orientais da raça nipônica), a fim de determinar parâmetros a serem utilizados em cirurgias palpebrais nestes pacientes. Métodos: Foram aferidas as medidas da altura da prega palpebral, altura do supercílio e medida da pele pré-tarsal visível de 56 descendentes de orientais, num total de 112 pálpebras avaliadas. 16 (28,5%) indivíduos eram do sexo masculino e 40 (71,5%) do sexo feminino. A idade média foi 25,2 anos. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significativa entre pálpebras direita e esquerda em ambos os sexos. A medida média da altura do supercílio foi de 13,6 mm (2,5 DP) no sexo masculino e 14,5 mm (2,2 DP) no sexo feminino (T= 1,77) (P= 0,083), diferença não-significativa estatisticamente. A altura média da pele pré-tarsal no sexo masculino foi 1,2 mm (1,2 DP) e no sexo feminino foi de 1,7 mm (1,6 DP); (T= 1,84) (P= 0,070), não-significativa estatisticamente. A altura média do sulco palpebral foi 3,9 mm (2,5 DP) no sexo masculino e 4,9 mm (2,9 DP) no sexo feminino (T= 1,95) (P= 0,060), não-significativa estatisticamente. Conclusões: Devido à equivalência estatística dos dados entre as pálpebras e entre ambos os sexos, as medidas médias obtidas podem servir como bom parâmetro anatômico em procedimentos cirúrgicos palpebrais em descendentes de orientais. |
| ESTUDO
COMPARATIVO DA ACOMODAÇÃO RESIDUAL APÓS INSTILAÇÃO DE COLÍRIOS DE
TROPICAMIDA A 1%, CICLOPENTOLATO A 1% E ASSOCIAÇÃO DE TROPICAMIDA A 1% +
CICLOPENTOLATO A 1%. Renato Klingelfus Pinheiro Adamo Lui Netto Objetivo: Avaliar a acomodação residual após a instilação de duas drogas cicloplégicas, o ciclopentolato a 1% e a tropicamida a 1% e a associação entre elas. Material e Método: Selecionamos pacientes de 15 a 25 anos, com íris grau 4 e 5 pela classificação de Seddon e sem nenhum tipo de doença ocular, que procuraram de maneira espontânea o ambulatório de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo no período de outubro de 1997 a setembro de 1998. Os 46 pacientes foram submetidos a três exames oftalmológicos completos, em que se testava o potencial de acomodação monocularmente, após a instilação de tropicamida a 1%, com tempo de espera de 20 minutos, ciclopentolato a 1% com tempo de espera de 40 minutos e tropicamida a 1% + ciclopentolato a 1% com intervalo entre as drogas de 5 minutos e com latência de 30 minutos. O intervalo entre os exames era de no mínimo 7 dias. Resultados: Não houve diferença entre os grupos dos emétropes, dos hipermétropes e dos míopes com nenhuma droga instilada (p>0,005). O ciclopentolato a 1 % e a associação entre as drogas proporcionaram menor acomodação residual estatisticamente significante, em comparação com a tropicamida a 1% no grupo dos hipermétropes e dos míopes. Conclusão: O ciclopentolato a 1% e a associação entre as drogas são seguras para o exame refratométrico estático em pacientes jovens, com íris escura e sem doença ocular, pois proporcionaram uma média da acomodação residual em todos os grupos pesquisados de no máximo 1,21 ± 0,7 dioptrias esféricas (DE). |
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USO DA QUIMIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA RETINOBLASTOMA: AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA Fernando Leite Kronbauer Zélia Maria S. Corrêa Cláudia Tyllmann Carlos Eugênio Escovar Ítalo Mundialino Marcon Objetivo: Análise retrospectiva de pacientes com retinoblastoma considerando: 1 - estadiamento e apresentação tumoral à tomografia, 2 - proporção de pacientes com margens comprometidas (nervo óptico) no exame anatomopatológico dos olhos enucleados e 3-tratamento com quimioterapia. Métodos: Revisados os prontuários de 11 pacientes consecutivos com diagnóstico de retinoblastoma entre fevereiro/98 e setembro/99, tratados conjuntamente no setor de Oncologia Pediátrica e Serviço de Oftalmologia. Foram selecionados aqueles submetidos à quimioterapia com vincristina, etoposida e carboplatina (VEC) num total de 7 pacientes. Foram avaliados: apresentação tumoral (estadiamento), resposta à quimioterapia e sobrevida destes pacientes. Resultados: Os 7 pacientes estudados foram diagnosticados entre 15 e 38 meses de idade (média=25,7 meses), sendo 3 unilaterais, 3 bilaterais e 1 trilateral (pinealoblastoma). Todos pacientes foram tratados com quimioterapia (VEC) administrados em 2 a 5 ciclos e divididos em 2 grupos: Grupo 1 - Pacientes tratados com quimioterapia primária visando redução tumoral e preservação de 1 dos olhos (5 pacientes); Grupo 2 - Pacientes tratados com quimioterapia agressiva para doença extra-ocular (2 pacientes). Dos 5 pacientes tratados com quimioterapia primária (4 submetidos a enucleação devido ao grande volume tumoral), 4 obtiveram redução tumoral, 2 responderam apenas inicialmente indo à óbito em 10 meses de média e 1 apresentou-se quimiorresistente. Pacientes com tumor bilateral foram submetidos a radioterapia (EBTR) no olho menos acometido. O tempo médio de seguimento após quimioterapia primária foi 12,4 meses. Os dois pacientes submetidos à enucleação e quimioterapia adjuvante, apresentavam metástase cerebral e foram a óbito em média 4/5 meses após início do tratamento. Conclusão: Esse estudo revelou que: 1-os casos de retinoblastoma são diagnosticados tardiamente em nosso meio. 2 - A porcentagem de enucleações com margens livres neste grupo foi 50%, metade dos casos. 3 - A quimioterapia com protocolo utilizando VEC associado ou não a radioterapia ou enucleação demostrou redução tumoral satisfatória e melhora da sobrevida dos pacientes com doença avançada, embora não altere o desfecho letal da doença quando existe metástase craniana e/ou invasão de nervo óptico. Estudos randomizados serão necessários para determinar a eficácia e complicações dos novos protocolos quimioterápicos. Abreviatura: VEC- vincristina 1,5 mg/m2, etoposida 100mg/m 2 , carboplatina 360 mg/m 2. |
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