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Resumo dos artigos deste fascículo
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PRK VERSUS LASIK PARA CORREÇÃO DE MIOPIA BAIXA E MODERADA
Autores: Adriana dos Santos Forseto, Regina Aidar Menon Nosé e Walton Nosé |
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AVALIAÇÃO DA SINTOMATOLOGIA OCULAR EM PACIENTES COM
DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR
Autores: Gisele dos Santos Pereira, Janaína Mesquita Duarte e Eduardo Machado Vilela |
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| IMPORTÂNCIA DA VELOCIDADE DO
MOVIMENTO CELULAR NA CÂMARA ANTERIOR, NA AVALIAÇÃO CLÍNICA DAS UVEÍTES Autores: Fernando Antônio L. Mendes Furtado, Edmar Oliveira Guedes Júnior e Déborah Bandeira Fernandes Távora |
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INFLUÊNCIA DO GENÓTIPO DA HEMOGLOBINOPATIA FALCIFORME NAS MANIFESTAÇÕES RETINIANAS EM PACIENTES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
Autores: Tiago Bisol, Odinei Fior, Jorge Freitas Esteves e João Ricardo Friderich |
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| EFICÁCIA DAS
TRANSPOSIÇÕES VERTICAIS DOS MÚSCULOS RETOS HORIZONTAIS NAS ANISOTROPIAS ALFABÉTICAS Autores: Marcelo F. Gaal Vadas, Carlos R. Souza-Dias e Carlos F. Uesugui |
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| PERIMETRIA
COMPUTADORIZADA EM PACIENTES DE MAIS DE 70 ANOS DE IDADE. Autores: Maria Helena Mandello Carvalhaes, Rubens Belfort Jr.. Norma Helen Medina, Cristiane Rolim e João Antonio Prata Jr. |
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| MANIFESTAÇÕES
OCULARES EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA EM SÃO PAULO
Autores: Maria Auxiliadora M. Frazão Sibinelli, Ralph Cohen, Antônio Murilo Ramalho, Charles Peter Tilbery e Jonathan C. Lake |
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MANIFESTAÇÕES OCULARES OBSERVADAS EM INDIVÍDUOS INFECTADOS POR HTLV-I NO
RIO DE JANEIRO Autores: Rubens Murilo Gibaile Soares e Haroldo Vieira de Moraes Júnior |
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| OCULAR
MANIFESTATIONS IN PATIENTS WITH MULTIPLE SCLEROSIS IN SÃO PAULO Autores: Maria Auxiliadora M. Frazão Sibinelli, Ralph Cohen, Antônio Murilo Ramalho, Charles Peter Tilbery e Jonathan C. Lake |
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| OCULAR
MANIFESTATIONS OBSERVED IN HTLV-I SEROPOSITIVE PATIENTS IN RIO DE
JANEIRO Autores: Rubens Murilo Gibaile Soares e Haroldo Vieira de Moraes Júnior |
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EFFECT OF MYDRIATIC AND CYCLOPLEGIC DRUGS IN GLAUCOMATOUS AND NONGLAUCOMATOUS
EYES USING ULTRASOUND BIOMICROSCOPY
Autores: Danielle Britto Miranda Silva, Norma Allemann e Paulo Augusto de Arruda Mello |
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PRK VERSUS LASIK PARA CORREÇÃO DE MIOPIA BAIXA E MODERADA Adriana dos Santos Forseto Regina Aidar Menon Nosé Walton Nosé Objetivo: Comparar, por meio de um estudo prospectivo e bilateral randomizado, a eficácia, segurança e previsibilidade das técnicas de ceratectomia fotorrefrativa (PRK) e "excimer laser in situ keratomileusis" (LASIK) para o tratamento da miopia baixa e moderada. Métodos: Foram incluídos dezessete pacientes (34 olhos) com equivalente esférico (EE) refracional entre -2,00 e -6,00 dioptrias (D). Cada paciente foi submetido a PRK em um olho e LASIK no outro. Ambos os olhos foram tratados no mesmo dia pelo mesmo cirurgião, com o excimer laser VISX 20/20B e o microceratótomo automatizado da Chiron. Resultados: No pré-operatório, a média do EE refracional foi semelhante nos dois grupos (-3,57±1,17D e -3,71±0,98D, para PRK e LASIK, respectivamente). Dor pós-operatória foi referida somente nos casos de PRK (8 olhos: 47,1%). O seguimento pós-operatório médio foi de 14±5 meses (6 a 24) para o grupo de PRK, e 14±6 meses (3 a 24) para o de LASIK. A média do erro refrativo residual foi semelhante nos dois grupos (-0,34±0,45D e -0,29±0,52D, para PRK e LASIK, respectivamente). No primeiro dia pós-tratamento, 15 olhos (100%) do grupo de LASIK e 2 (13,3%) de PRK apresentavam acuidade visual sem correção (AV s/c) ³ 20/40 (n=15). Ao último exame, 15 olhos (88,2%) de LASIK contra 11 (64,7%) de PRK atingiram AV s/c ³ 20/20 (n=17). Não houve perda da melhor acuidade visual corrigida. Conclusão: Neste estudo, tanto o PRK quanto o LASIK mostraram-se ser tecnicamente seguros, eficazes e previsíveis para a correção da miopia baixa e moderada. A técnica de LASIK foi a preferida na análise subjetiva dos pacientes, pela recuperação visual mais precoce associada a menor dor no pós-operatório. |
| AVALIAÇÃO DA SINTOMATOLOGIA OCULAR EM PACIENTES COM
DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR Gisele dos Santos Pereira Janaína Mesquita Duarte Eduardo Machado Vilela Objetivo: Avaliar a eficácia da placa neuromiorrelaxante em reduzir a sintomatologia oftalmológica de pacientes com disfunção temporo-mandibular (DTM) e constatar a possível correlação entre DTM e sintomatologia ocular. Métodos: Foi realizada uma análise comparativa da evolução das sintomatologias da DTM e oculares em uma amostra de dezenove pacientes com DTM, sinais e sintomas oftalmológicos e ausência de patologia ocular. Esses pacientes foram submetidos a uma terapia reversível por meio do uso da placa neuromiorrelaxante. Resultados: Observou-se que após o uso da placa durante um período maior (60 dias), o número de pacientes que apresentaram melhora de 100% ou que apresentaram sintomatologia discreta, tanto para DTM quanto para ocular, foi estatisticamente significativo. Já em intervalos de tempo menores (7-15, 15-30, 30-60 dias), o efeito da placa não foi significativo estatisticamente para reduzir a sintomatologia da DTM e ocular. A sintomatologia oftalmológica mais freqüente (84,2%) encontrada nos pacientes com DTM da presente amostra foi dor ocular. Conclusão: Há correlação entre DTM e sintomatologia ocular, visto que pacientes portadores desta disfunção que fizeram uso da terapia reversível, obtiveram melhora do quadro clínico tanto da DTM quanto da sintomatologia ocular num intervalo de tempo maior (7-60 dias). |
| IMPORTÂNCIA DA VELOCIDADE DO
MOVIMENTO CELULAR NA CÂMARA ANTERIOR, NA AVALIAÇÃO CLÍNICA DAS UVEÍTES Fernando Antônio L. Mendes Furtado Edmar Oliveira Guedes Júnior Déborah Bandeira Fernandes Távora Objetivo: Acrescentar ao oftalmologista mais um dado para avaliação clínica das uveítes, que acometem o segmento anterior; seja contribuindo para revelar a intensidade do processo inflamatório, seja ajudando a nortear a conduta terapêutica. Métodos: Estudamos 46 pacientes portadores de uveíte e com reação celular na câmara anterior. Observamos a velocidade do deslocamento das células no humor aquoso e a relacionamos com a intensidade do processo inflamatório, comparando com a sintomatologia e principais sinais clínicos. Resultados: Os resultados nos mostram que existe uma correlação direta entre a velocidade das células na câmara anterior e o grau de inflamação. Quanto mais grave a inflamação, menor é o deslocamento das células. E podemos aplicar esse fato na abordagem clínica das uveítes. Em algumas situações é mais fácil perceber alterações na velocidade que na quantidade de células ou flare. Conclusões: Nosso estudo apresenta um elemento novo na semiologia das uveítes, já que não encontramos referências na literatura médica. Familiarizando-se com a velocidade dos movimentos celulares na câmara anterior, podemos dispor de uma valioso recurso que nos ajude no exame do paciente com uveíte. Há casos em que a mudança na velocidade é o único elemento a nos indicar uma piora ou melhora do quadro clínico. |
| INFLUÊNCIA DO GENÓTIPO DA HEMOGLOBINOPATIA FALCIFORME NAS MANIFESTAÇÕES RETINIANAS EM PACIENTES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Tiago Bisol Odinei Fior Jorge Freitas Esteves João Ricardo Friderich Objetivo: Identificar as alterações retinianas em pacientes com hemoglobinopatia falciforme e comparar sua prevalência nos diferentes genótipos da doença em uma população de pacientes de hospital universitário de Porto Alegre – Brasil. Métodos: Realizou-se exame oftalmológico com avaliação fundoscópica e estudo do genótipo de pacientes portadores de hemoglobinopatia falciforme. Resultados: Foram examinados 94 olhos de 47 pacientes com doença falciforme: 17 pacientes do sexo masculino e 30 feminino, com média de idades de 22,4 anos (± 16,8 anos). 20 pacientes possuíam genótipo SS, 10 possuíam SC, 10 possuíam AS, e 7 SThal. As alterações retinianas encontradas foram: hemorragia tipo "salmon patch" em 1 olho, hiperpigmentação tipo "black sunburst" em 12 olhos, neovascularização tipo "sea fan" em 3 olhos, hemorragia vítrea em 1 olho e descolamento de retina em 1 olho. O grupo SC foi o que demonstrou ter maior freqüência de alterações (60%), e quando comparado com o grupo SS mostrou 4,0 vezes mais chance de apresentar retinopatia (p<0,05). Todos os 5 olhos com retinopatia proliferativa possuíam genótipo SC. Conclusões: A freqüência de alterações fundoscópicas no grupo estudado bem como a gravidade das alterações (retinopatia proliferativa) são maiores nos pacientes heterozigotos de genótipo SC, quando comparados com os demais genótipos. |
| EFICÁCIA DAS
TRANSPOSIÇÕES VERTICAIS DOS MÚSCULOS RETOS HORIZONTAIS NAS ANISOTROPIAS ALFABÉTICAS Marcelo F. Gaal Vadas Carlos R. Souza-Dias Carlos F. Uesugui Objetivo: Transposição vertical dos músculos retos horizontais é a técnica de eleição para as anisotropias verticais em que não há disfunção de músculos oblíquos que as justifique. O objetivo foi avaliar o resultado das transposições efetuadas e identificar quais os fatores determinantes do resultado, para estabelecer-se relação que informe a magnitude da transposição que deva ser realizada para determinada magnitude de anisotropia. Métodos: Avaliaram-se retrospectivamente 43 pacientes portadores de anisotropias em A ou V, associado a estrabismos horizontais essenciais, sem disfunção de músculos oblíquos, submetidos à transposição vertical bilateral e simétrica dos músculos retos horizontais Resultados: 81,4% dos pacientes apresentavam esotropia com forma em A. A média das anisotropias situou-se em torno das 19 DP e a maior parte das transposições foi de 4mm, obtendo-se 66,7 a 79,5% de sucesso, isto é, casos com anisotropias residuais em A até 5 DP ou V até 10 DP. A correção da anisotropia correlaciona-se intensamente com a magnitude da anisotropia pré-operatória e com a magnitude da transposição efetuada, sobretudo com aquela, sugerindo assim ser o procedimento auto-ajustável. A equação linear com as 3 variáveis mostrou-se clinicamente incoerente e foi, portanto, abandonada. Conclusões: A transposição vertical e simétrica dos músculos retos horizontais é eficaz para o tratamento das anisotropias verticais sem disfunção de oblíquos, sendo este resultado estável em seguimento prolongado. |
| PERIMETRIA
COMPUTADORIZADA EM PACIENTES DE MAIS DE 70 ANOS DE IDADE. Maria Helena Mandello Carvalhaes Rubens Belfort Jr. Norma Helen Medina Cristiane Rolim João Antonio Prata Jr. Objetivo: Comparar os índices globais e o tempo do exame de campo visual computadorizado entre pacientes de mais de 70 anos e abaixo de 60 anos de idade. Método: Foram realizados exames de campo visual (Humphrey 24-2) em 56 pacientes com mais de 70 anos (88 olhos) e em 23 pacientes com idade inferior a 60 anos (46 olhos). Comparou-se entre os grupos os índices globais, tempo de exame e confiabilidade, para o olho direito e esquerdo. Entre os pacientes com mais de 70 anos comparou-se exames confiáveis e não-confiáveis. Dos pacientes com exame confiável bilateral foi realizada comparação entre os índices globais e tempo de exame entre olho direito e esquerdo. Resultados: A média de idade dos pacientes de mais de 70 anos foi 77,7 ± 5 anos e dos abaixo de 60 anos de 50,0 ± 5 anos. Houve diferença estatística do "Pattern Standard Deviation" (OD p = 0,02 e OE p = 0,03), "Corrected Pattern Standard Deviation" (OD p = 0,02 e OE p = 0,44). Os pacientes de mais de 70 anos de idade necessitaram de um maior tempo para realização do exame (t acima de 70 anos OD= 11,8 ± 1,8min - t abaixo 60=11,1 ± 1,9min p = 0,04; t acima de 70 anos OE=11,4 ± 1,4 min - t abaixo 60 OE = 10,8 ± 1,8 min p = 0,009). Nos pacientes de mais de 70 anos de idade, os campos não-confiáveis apresentaram maiores valores de PSD e CPSD de forma estatisticamente significante. A comparação em casos dos pacientes com mais de 70 anos de idade com exames bilaterais não evidenciaram diferenças estatísticas para os todos índices globais e para o tempo de exame (pMD = 0,4; pPSD = 0,9; pSF = 0,68; pCPSD = 0,92; p tempo = 0,11). Conclusão: Observou-se um maior tempo de exame entre os pacientes com mais de 70 anos de idade e valores de PSD e CPSD estatisticamente mais elevados sugerindo uma maior variação da sensibilidade no campo visual destes pacientes. |
| MANIFESTAÇÕES
OCULARES EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA EM SÃO PAULO Maria Auxiliadora M. Frazão Sibinelli Ralph Cohen Antônio Murilo Ramalho Charles Peter Tilbery Jonathan C. Lake Objetivo: O objetivo deste trabalho foi estudar a freqüência e características das alterações oculares em pacientes portadores de esclerose múltipla (EM), no estado de São Paulo. Métodos: Durante o período de março de 1996 a novembro de 1998, 64 pacientes, 48 mulheres e 16 homens com idades entre 17 e 59 anos, portadores de EM foram submetidos a exame ocular e exame de campimetria computadorizada. Resultados: Dos 64 pacientes examinados, 44 (68,75%) apresentaram alguma manifestação ocular. A manifestação ocular mais freqüente foi a neurite óptica, acometendo 28 (43,75%) dos pacientes. Em 18 casos (28,1%) foi o primeiro sintoma da doença. Alterações da motilidade extrínseca ocular foram a segunda manifestação mais freqüentemente observadas. A diplopia acometeu 8 pacientes (12,5%) sendo em 6 (9,37%), a primeira manifestação da doença. A paralisia do reto lateral acometeu 2 pacientes (3,1%), sendo o estrabismo convergente o primeiro sinal da doença. Outras alterações observadas foram: uveítes em 4 pacientes (6,25%) e alteração do relevo iriano com pigmentação da cápsula anterior do cristalino em 3 pacientes (4,6%). Nenhum paciente apresentou nistagmo. O defeito de campo visual mais comumente observado nos pacientes que desenvolveram neurite óptica foi escotoma arqueado com defeito paracentral em 46,4% dos pacientes. Dois pacientes (7,1%) apresentaram escotoma central e alterações periféricas. Conclusões: Alterações oculares são freqüentes na EM e muitas vezes são a primeira manifestação clínica da doença. Embora a neurite óptica tenha sido o achado mais freqüente, devemos ressaltar a possibilidade de outras alterações oculares precederem ou acompanharem o curso da doença. |
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MANIFESTAÇÕES OCULARES OBSERVADAS EM INDIVÍDUOS INFECTADOS POR HTLV-I NO
RIO DE JANEIRO Rubens Murilo Gibaile Soares Haroldo Vieira de Moraes Júnior Objetivo: avaliar a freqüência de manifestações oculares observadas em pacientes soropositivos para HTLV-I no Rio de Janeiro. Métodos: O estudo abrangeu 17 pacientes portadores de TSP/HAM (paraparesia tropical espástica/ mielopatia associada ao HTLV-I) e 55 pacientes soropositivos para HTLV-I não portadores de TSP/HAM ou ATLL (leucemia/linfoma de células T do adulto). Resultados: Nos pacientes portadores de TSP/HAM foi observada a freqüência de 11,8% de uveíte anterior, 11,8% de vasculite retiniana e 5,9% de opacidade vítrea. No grupo de pacientes soropositivos para HTLV-I não portadores de TSP/HAM ou ATLL, observou-se a freqüência de 1,8% de vasculite retiniana e 1,8% de exsudato algodonoso. Conclusão: Concluiu-se que, em tais manifestações oculares, o HTLV-I deve ser considerado como um dos agentes etiológicos a serem pesquisados em áreas endêmicas como o Rio de Janeiro. |
| OCULAR
MANIFESTATIONS IN PATIENTS WITH MULTIPLE SCLEROSIS IN SÃO PAULO Maria Auxiliadora M. Frazão Sibinelli Ralph Cohen Antônio Murilo Ramalho Charles Peter Tilbery Jonathan C. Lake Purpose: To study the frequency and characteristics of ocular manifestations in patients with multiple sclerosis (MS) in the state of São Paulo. Methods: From March, 1996 to November, 1998, 64 patients (48 females, 16 males, age 17 - 59 years) with MS underwent ophthalmologic examination and computerized visual field perimeter testing. Results: Forty-four (68.75%) of the 64 examined patients presented some kind of ocular manifestation. The most frequent manifestation was optic neuritis (28 patients - 43.75%). It was the first manifestation of MS in 18 (28.1%) patients. Alterations of ocular motility were the second most frequent finding. Eight (12.5%) patients suffered from diplopia, of which 6 (9.37%) presented this as their first manifestation of MS. Sixth nerve palsy occurred in 2 patients (3.1%), with esotropia as a first sign of the disease. Other findings can be listed: uveitis (4 patients - 6.25%), changes in iridian topography with anterior lens capsule pigmentation (3 patients - 4.6%). The most frequent visual field defect in the patients who presented optic neuritis was arcuate scotoma with paracentral defects (46.4%). Two patients presented central scotomas and peripheral changes. None of the patients presented nystagmus. Conclusion: Our data show that ocular findings in MS are frequent and many times are the initial manifestation of this disease. Although optic neuritis was the most frequent finding, we must emphasize the possibility of other ocular manifestations to be either preceding or occuring at the same time as this disease. |
| OCULAR
MANIFESTATIONS OBSERVED IN HTLV-I SEROPOSITIVE PATIENTS IN RIO DE
JANEIRO Rubens Murilo Gibaile Soares Haroldo Vieira de Moraes Júnior Purpose: To evaluate the frequency of ocular manifestations observed in HTLV-I seropositive patients in Rio de Janeiro. Methods: The study included 17 patients with TSP/HAM (tropical spastic paraparesis/HTLV-I associated myelopathy) and 55 HTLV-I seropositive patients without TSP/HAM or ATLL (adult T-cell leukemia/lymphoma). Results: Regarding the TSP/HAM patient samples, we observed a frequency of 11.8% anterior uveitis, 11.8% retinal vasculitis and 5.9% vitreous opacity. In HTLV-I seropositive patients without TSP/HAM or ATLL, the frequencies of 1.8% retinal vasculitis and 1.8% cotton-wool spot were observed. Conclusion: HTLV-I must be considered as one of the etiological agents to be thought of in those ocular manifestations in endemic areas such as Rio de Janeiro. |
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EFFECT OF MYDRIATIC AND CYCLOPLEGIC DRUGS IN GLAUCOMATOUS AND NONGLAUCOMATOUS
EYES USING ULTRASOUND BIOMICROSCOPY
Danielle
Britto Miranda Silva Purpose: To study the anatomical relationships of the anterior segment of the eye, using ultrasound biomicroscopy in patients with chronic simple glaucoma and nonglaucomatous eyes, after mydriatic and cycloplegic instillation. Patients and Methods: Thirty eyes with chronic simple glaucoma and 30 nonglaucomatous eyes were studied. Anterior chamber depth, iris-lens contact and iris-zonule distance were measured, in both groups, using ultrasound biomicroscopy, in the three following conditions: without mydriatic and cycloplegic instillation, with 1% tropicamide alone and with 1% tropicamide plus 10% phenylephrine chlorhydrate. Results: Ultrasound biomicroscopy examinations of glaucomatous and nonglaucomatous eyes, without mydriatic and cycloplegic instillation, showed no statistically significant difference in the central anterior chamber depth, iris-lens contact and iris-zonule distance. The difference between examinations without mydriatic and cycloplegic instillation, with 1% tropicamide and with 1% tropicamide plus 10% phenylephrine chlorhydrate was statistically significant regarding the variables measured in both groups. Conclusions: No anatomical difference was observed between the anterior segment of glaucomatous and nonglaucomatous eyes after mydriatic and cycloplegic instillation. The results of this clinical investigation, using ultrasound biomicroscopy were innovative, allowing a dynamic and quantitative evaluation of the anatomical relationships between intraocular structures when submitted to mydriasis and cycloplegy, which up to now were only qualitative. |
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