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Resumo dos artigos deste fascículo
| ANÁLISE DA PRESSÃO
INTRA-OCULAR APÓS CERATECTOMIA FOTORREFRATIVA COM
EXCIMER LASER Autores: Drs.: Christiane Rolim de Moura, Augusto Paranhos Jr., Gustavo Teixeira Grottone, Paula Boturão de Almeida, Paulo Augusto de Arruda Mello e João Antonio Prata Jr. |
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| PUNÇÕES DO ESTROMA ANTERIOR NO
TRATAMENTO DA CERATOPATIA BOLHOSA Autores: Drs.: José Alvaro Pereira Gomes, Daniel Keizo de Medeiros Haraguchi, Delbis Uzcátegui Zambrano, Luis Izquierdo Villavicencio, Marcelo C. Cunha e Denise de Freitas |
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| USO DO 05-FLUOROURACIL NO
INTRA-OPERATÓRIO DA CIRURGIA DO PTERÍGIO Autores: Drs.: Silvana A. Schellini, Cesar N. Shiratori, Paulo H. Spirandelli, Claudia A. Shiratori e Carlos Roberto Padovani. |
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| MEDIDA DA ACUIDADE VISUAL EM UM
SHOPPING CENTER METROPOLITANO Autores: Drs.: Giovanni M. Travi, Alexandre S. Marcon, Marcelo N. Teixeira, Terla N. de Castro, Zelia M. Corrêa e Italo M. Marcon. |
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| INFLUÊNCIA DO
USO TÓPICO DE PROPARACAÍNA NA REPARAÇÃO DE DEFEITO
EPITELIAL CORNEANO Autores: Drs.: Fabrício Witzel de Medeiros, Milton Ruiz Alves, Monica Helena Teixeira da Silva, Fernando Betty Cresta e Newton Kara José |
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| IMPLANTE DE LENTE INTRA-OCULAR
DOBRÁVEL ACRÍLICA EM CRIANÇAS Autores: Drs.: Antonio Jordão Jr. e Erasmo Romão |
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| COMPORTAMENTO E
CARACTERÍSTICAS DE USUÁRIOS DE LENTES DE CONTATO ENTRE
ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE Autores: Drs.: Cleusa Coral Ghanem, Ramon Coral Ghyanem, Geann Wellington de Bortoli e Ester Sakae Yamazaki |
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Menu principal | Índice de artigos
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| ANÁLISE DA PRESSÃO
INTRA-OCULAR APÓS CERATECTOMIA FOTORREFRATIVA COM
EXCIMER LASER Christiane Rolim de Moura Augusto Paranhos Jr. Gustavo Teixeira Grottone Paula Boturão de Almeida Paulo Augusto de Arruda Mello João Antonio Prata Jr. Objetivo: Comparar os valores pré-operatórios da pressão intra-ocular (Po) com os valores pós-operatórios em pacientes submetidos à ceratectomia fotorrefrativa com excimer laser, bem como, avaliar os efeitos do uso de corticosteróide tópico na Po nesse grupo. Pacientes
e métodos: Foram analisados retrospectivamente 122
pacientes submetidos à ceratectomia fotorrefrativa com
excimer laser para correção de miopia, no período de
fevereiro de 1994 a dezembro de 1996. Esse grupo teve sua
Po tomada com o tonômetro de aplanação de Goldmann no
pré-operatório, 30 Conclusão: Nas fases iniciais do período pré-operatório, observou-se um aumento da Po possivelmente relacionado ao uso de corticosteróides. Após 6 meses, os valores da Po foram estatisticamente menores que os pré-operatórios. |
| PUNÇÕES DO ESTROMA
ANTERIOR NO TRATAMENTO DA CERATOPATIA BOLHOSA José Alvaro Pereira Gomes Daniel Keizo de Medeiros Haraguchi Delbis Uzcátegui Zambrano Luis Izquierdo Villavicencio Marcelo C. Cunha Denise de Freitas Objetivo: Avaliar o efeito terapêutico das punções do estroma anterior corneal em pacientes com ceratopatia bolhosa (CB). Métodos: Vinte e cinco pacientes com CB sintomáticos, com baixa visão, com e sem indicação de transplante de córnea, foram avaliados antes, uma, 4 e 12 semanas após punções estromais anteriores realizadas com agulha #25 à lâmpada de fenda. Em cada visita, os pacientes foram questionados sobre intensidade da dor, fotofobia, sensação de corpo estranho, além de serem submetidos a exame oftalmológico completo, estesiometria e paquimetria. Resultados: As comparações realizadas entre os valores antes e após o procedimento referentes a dor (p<0,001), fotofobia (p=0,0198), sensação de corpo estranho (CE) (p<0,001), insônia (p=0,0015) e estesiometria (p=0,00654) apresentaram diferenças estatisticamente significantes quanto à diminuição desses sintomas e da sensibilidade corneal. A paquimetria média não apresentou diferença estatisticamente significante entre as avaliações antes e após as punções estromais (p=0,873). Não foram observadas alterações importantes na vascularização corneal após o procedimento. Conclusão: As punções do estroma anterior da córnea representam uma modalidade efetiva, simples e de baixo custo para o tratamento dos pacientes com CB sintomáticos. |
| USO DO
05-FLUOROURACIL NO INTRA-OPERATÓRIO DA CIRURGIA DO
PTERÍGIO Silvana A. Schellini Cesar N. Shiratori Paulo H. Spirandelli Claudia A. Shiratori Carlos Roberto Padovani. Objetivo: Avaliar a efetividade e as complicações com a aplicação do 5- fluorouracil (5-FLU) no intra-operatório da cirurgia do pterígio. Método:
Foram avaliados 28 olhos de 26 indivíduos quanto ao tipo
e tamanho do pterígio, cirurgias prévias e a resposta
ao tratamento cirúrgico (no 7 Resultados: A maioria dos pacientes tinha mais de 50 anos de idade e apresentava pterígio primário (70,0%), grau II (60,7%), do tipo involutivo (60,7%). No pós-operatório observaram-se: isquemia (10,7%), deiscência da conjuntiva (7,1%), ceratite (3,5%), conjuntivite (3,5%) e recidiva da lesão em 1 olho (3,5%). Conclusão: O 5-FLU se mostrou droga segura e efetiva na prevenção das recidivas, podendo ser usado como coadjuvante no tratamento do pterígio para prevenir recidivas. |
| MEDIDA DA ACUIDADE
VISUAL EM UM SHOPPING CENTER METROPOLITANO Giovanni M. Travi Alexandre S. Marcon Marcelo N. Teixeira Terla N. de Castro Zelia M. Corrêa e Italo M. Marcon Objetivo: Determinar a prevalência de baixa acuidade visual (AV) em uma amostra populacional, com um padrão socioeconômico diferenciado. Métodos: Realizou-se estudo de prevalência, sendo verificada a AV de 213 voluntários examinados em um posto no interior de um shopping center em Porto Alegre, por meio do aparelho Ortho-Rater, da Bausch & Lomb. Foi medida a AV para longe em todos os indivíduos e naqueles com 40 anos ou mais, a AV para perto, ambos sem e com correção. Determinou-se como baixa AV, aquela inferior a 10 (equivalente a 20/20 na Tabela de Snellen). Resultados: A idade variou de 6 a 75 anos, com uma média ± desvio-padrão de 27,8 ± 15,16 anos, pertencendo a maioria dos examinados à faixa entre 10 e 40 anos. Encontrou-se uma prevalência de 38,7% (IC 95%: 32,1-45,7) de baixa AV para longe nos dois olhos. 24,9% (IC 95%: 19,2-31,3) apresentavam déficit visual binocular e não faziam uso de correção. Para perto, observou-se que 70,8% (IC 95%: 55,9-83) dos indivíduos testados apresentaram déficit visual binocular sem correção e 41,7% (IC 95%: 27,6-56,8) apresentaram baixa AV independente do uso de correção. Conclusão: Este estudo demonstrou que existe considerável parcela da população com déficit visual, necessitando de avaliação e manejo adequados. Conclui-se que programas de medida da AV e orientação sobre saúde ocular são importantes em qualquer ambiente e atingindo diferentes classes socioeconômicas. |
| INFLUÊNCIA DO USO TÓPICO
DE PROPARACAÍNA NA REPARAÇÃO DE DEFEITO EPITELIAL
CORNEANO Fabrício Witzel de Medeiros Milton Ruiz Alves Monica Helena Teixeira da Silva Fernando Betty Cresta Newton Kara José Contexto: O uso tópico de soluções anestésicas é freqüentemente associado a efeitos tóxicos ao epitélio corneano. Por outro lado, seu uso tem sido proposto em algumas situações, especialmente após a ceratectomia fotorefrativa (PRK), um procedimento que envolve desepitelização corneana e que tem um periodo pós-operatório bastante doloroso. Objetivo: Avaliar a influência do uso tópico de proparacaína nas concentrações a 0,05% e a 0,5% e de tampão fosfato (controle) na reparação de defeito epitelial corneano central. Métodos: Um defeito de 6,0 mm de diâmetro foi realizado na córnea de uma população de coelhos. Os colírios contendo os anestésicos e o tampão fosfato foram instilados, uma gota a cada 30 minutos, durante 12 horas, por 2 dias. A avaliação da cicatrização do defeito epitelial foi feita com fotografias seriadas da área sem epitélio, corada com fluoresceína sódica e medida com o auxílio de um analisador de imagem computadorizado. Resultados: A cicatrização corneana não apresentou diferença estatística entre os grupos comparados durante o estudo. A proparacaína nas diferentes concentrações não induziu alterações histopatológicas tais como: descontinuidade do epitélio, desorganização das camadas de colágeno ou presença de um infiltrado inflamatório intenso (o edema estrômico e o infiltrado inflamatório na região límbica foram discretos). Conclusão: O uso tópico de proparacaína não retardou a reepitelização do defeito epitelial e não foi responsável pelo aparecimento de alterações histopatológicas importantes. |
| IMPLANTE DE LENTE
INTRA-OCULAR DOBRÁVEL ACRÍLICA EM CRIANÇAS Antonio Jordão Jr. Erasmo Romão Objetivos: Avaliar o uso de lentes intra-oculares dobráveis de acrílico na correção da afacia infantil. Métodos: Dez olhos de 10 pacientes com idades entre 3 e 9 anos portadores de catarata infantil foram operados e receberam o implante de lente intra-ocular dobrável de acrílico. Os pacientes foram acompanhados por um período que variou de 6 a 20 meses. Resultados: Após a medida da acuidade visual de todos no último retorno, encontramos uma melhora significativa em cinco pacientes. Em nenhum dos casos houve opacificação da cápsula posterior no período observado ou qualquer outra complicação pós-operatória. Conclusão: Apesar da pequena casuística, os resultados sugerem que o uso de lentes intra-oculares acrílicas proporciona a manutenção da transparência do eixo visual a curto e médio prazos. |
| COMPORTAMENTO E
CARACTERÍSTICAS DE USUÁRIOS DE LENTES DE CONTATO ENTRE
ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE Cleusa Coral Ghanem Ramon Coral Ghyanem Geann Wellington de Bortoli Ester Sakae Yamazaki Objetivo: Estudar o comportamento e características de usuários de lentes de contato ligados à área de saúde. Método: Realizou-se um levantamento entre universitários da área de saúde da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba, no período de 23 a 27 de novembro de 1998. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário auto-aplicável, previamente testado. Resultados e Discussão: Dentre 1.173 estudantes, 207 (17,2%) usavam lentes de contato, sendo 78,3% do sexo feminino e 21,7% do sexo masculino. Eram usuários de lentes rígidas 12,1% e 87,9% utilizavam hidrofílicas, demonstrando um aumento progressivo das últimas quando se compara a estudos nacionais anteriores. Dos usuários de lentes de contato hidrofílicas, 57,6% utilizavam descartáveis e desses 88,5% não as utilizavam de acordo com os padrões de uso e descartabilidade estabelecidos. Do número total de usuários, 37,7% relataram algum problema ocular durante o uso. Embora 97,1% tenham feito a adaptação com o oftalmologista, 14,2% dos usuários de descartáveis não obtiveram novas lentes em clínicas oftalmológicas. Por outro lado, 81,1% procuraram o oftalmologista, semestral ou anualmente, para a revisão da adaptação. Recomendação: Para reduzir o número de complicações e a desistência do uso de lentes de contato, o usuário deve ser educado sobre a forma correta de utilizá-las, ser orientado sobre os sinais e sintomas de alerta para problemas oculares e receber as informações também por escrito. |