Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
Volume 60 - fascículo 2
 

Resumo dos artigos deste fascículo

Neuropatia óptica unilateral secundária à aracnoidite por Cryptococcus neoformans em paciente com sida
Detecção do DNA dos papilomavírus tipos 16 e 18 em lesões epiteliais adquiridas da conjuntiva
Thermokeratoplasty for the treatment of hyperopia: A clinical follow-up
Ceratectomia fotorrefrativa com excimer laser de fluoreto de argônio de 193 nm para a correção da miopia: estudo clínico
Inquérito entre pacientes e médicos sobre as estratégias aplicadas na prevenção e tratamento da retinopatia diabética
Medida da função de sensibilidade ao contraste com redes senoidais e E de Snellen em diferentes padrões de perda visual
Implante de lente de câmara anterior para correção da miopia em olhos fácicos
Efeitos da nimodipina na circulação retrobulbar em glaucoma de pressão normal: análise por Doppler colorido
Efeito do propofol na pressão intra-ocular
Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada Revisão de 16 casos
Dominância ocular e correção de presbiopia com lentes de contato através da técnica de monovisão
Será justificável a cirurgia para proliferação vítreo-retiniana após trauma perfurante ocular?
Conteúdo protéico do humor aquoso no glaucoma congênito primário
O Banco de Olhos Moderno
Rabdomiossarcoma subconjuntival - Relato de um caso

 
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Neuropatia óptica unilateral secundária à aracnoidite por Cryptococcus neoformans em paciente com sida

André L. L. Curi
Raul N. G. Vianna

O objetivo do trabalho é apresentar um caso de repercussão ocular de criptococose na SIDA em que o paciente apresentou perda súbita da acuidade visual.
O exame oftalmoscópico revelou quadro de edema de disco óptico unilateral, que após 15 dias evoluiu para atrofia.
Sugerimos, pela evolução rápida e importante perda visual (amaurose), o diagnóstico de neuropatia óptica compressiva secundária à aracnoidite criptocócica presumida.

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Detecção do DNA dos papilomavírus tipos 16 e 18 em lesões epiteliais adquiridas da conjuntiva

Sung Bok Cha
Jerry A. Shields
Ralph Eagle Jr.
Ming Wang
Marinho J. Scarpi

Certos tipos de papilomavírus humanos são conhecidos como vírus oncogênicos pela capacidade de induzir a transformação maligna das lesões epiteliais cutâneas, conjuntivais e da mucosa. Essa habilidade tem sido recentemente estabelecida, principalmente com a utilização de métodos de biologia molecular como a reação de polimerase em cadeia (PCR) e as técnicas de hibridização.
Foi avaliada no presente estudo a ocorrência de fragmentos do DNA dos HPVs com suspeita de potencial de transformação maligna, como os HPVs tipos 16 e 18, nas lesões displásicas e carcinomas da conjuntiva ocular, através das técnicas de PCR e hibridização por pontos.
Foram estudadas 31 peças histológicas com diagnósticos que variaram de papiloma a carcinoma invasivo da conjuntiva ocular. Essas lesões conjuntivais foram divididas em dois grupos; entre os que tiveram ou não recidiva.
Os resultados mostram uma positividade de 73% para o DNA do HPV tipo 16 no grupo dos recidivantes e, 65% entre os que não tiveram recidiva da lesão. Quanto a positividade ao HPV tipo 18, foi de 9% e 5% nos grupos recidivantes e não recidivantes, respectivamente.
A partir destes dados concluímos que a incidência do DNA do HPV nas lesões epiteliais da conjuntiva é relativamente alta, sugerindo um possível envolvimento do mesmo no desenvolvimento das neoplasias.

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Thermokeratoplasty for the treatment of hyperopia: A clinical follow-up

Luciene Souza
Walton Nosé
Mauro Campos
Peter J. McDonnell

Corneal curvature can be altered by shrinking stromal collagen with a retractable cautery probe tip that produces controlled thermal burns in a procedure termed hyperopic thermokeratoplasty (HTK). This procedure induces steepening of the central cornea. We performed HTK in 12 sighted eyes from eight patients placing a radial pattern of spots on the peripheral cornea, using the Fyodorov thermal unit. The number of spots and the shape of the optical zone (rounded or ovoid) was determined by a computer software provided by the manufacturer. Follow-up ranged from 24 to 54 weeks (mean of 31.50 weeks). Spherical equivalent changed from a preoperative mean of 4.10±1.12 diopters to -0.85±0.86 (P=0.001), 0.74±1.26 (P=0.001), 1.05±1.34 (P=0.001) and 3.84±1.13 diopters (P=0.16), respectively at 4, 12 and 24 weeks after the surgery and at the last Follow-up. The induced keratometric steepening at 4 weeks postoperatively (4.50±1.31, P=0.001), reduced to 1.04±0.43 diopters of corneal steepening at the last Follow-up (P=0.25). Uncorrected visual acuity improved at least two lines in nine eyes (75.0%), remained unchanged in one eye (8.3%) and decreased in two eyes (16.7%). Eight eyes (66.6%) had uncorrected visual acuity equal to or better than 20/40 at the last visit. None of the patients had recurrent erosions, stromal necrosis or vascularization. Endothelial cell counts performed six months after surgery in two patients that underwent unilateral surgery indicated no quantitative or qualitative effects from HTK. These data support previous studies indicating that central corneal topography can be modified by heating corneal stroma in a controlled fashion. Regression of effect and induction of astigmatism limited the success of our series.
Surgical correction of hyperopia includes hyperopic keratomileusis, hyperopic epikeratophakia, hexagonal keratotomy, thermokeratoplasty and more recently photorefractive keratectomy. 1-5 Thermokeratoplasty, a surgical procedure that involves heating of the corneal tissues, was initially attempted in patients with keratoconus. 6 Initial reports of success 6 were followed by reports of profound initial flattening but with subsequent return to preoperative topography,7 and complications such as delayed epithelial healing, recurrent epithelial erosions, aseptic stromal necrosis and melting and vascularization 8. The Los Alamos probe, an instrument designed to heat the stromal collagen using radio frequency waves, was reported to procedure short-lived topographic changes. 9, 10 Alternative methods of heating the corneal stroma to steepen the central cornea or using a hot copper wire, such as the one introduced by Fyodorov, or others using different types of thermalasers, have been reported. 4, 11-16
Clinical experience reported in the literature with heating of the corneal tissues to produce topographic changes is limited. We report here our results in a prospective study using the Fyodorov thermal unit to treat hyperopia and hyperopia associated with astigmatism in sighted eyes.

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Ceratectomia fotorrefrativa com excimer laser de fluoreto de argônio de 193 nm para a correção da miopia: estudo clínico

Seiji Hayashi
Alessia Braz
Mercedez Vasques
Ruth Plut
Marta Sartori
Wallace Chammon
Mauro Campos

Objetivo: avaliar a ceratectomia fotorrefrativa de zona única com excimer laser na correção de miopias.
Métodos: utilizou-se o excimer laser Summit OmniMed para o tratamento da miopia em 167 olhos divididos segundo o equivalente esférico em três grupos: miopia leve (até -5,0 D), miopia moderada (entre -5,25 D e -7,0 D) e miopia alta (acima de -7,0 D).
Resultados: Após um mês do tratamento, 100% dos olhos no grupo da miopia leve, 60% no da miopia moderada e 57% no da miopia alta apresentavam-se dentro de uma dioptria de emetropia. A acuidade visual sem correção de 0,8 ou mais foi atingida por 93%, 80% e 28,6% destes olhos respectivamente após nove meses. A principal complicação pós-operatória foi o desenvolvimento de opacidade corneana na frequência de 3,06%, 10,5% e 29,0% nos três grupos.
Conclusão: Baseado nos resultados obtidos nesta série, ceratectomia fotorrefrativa por excimer laser é um procedimento seguro e eficaz para o tratamento de miopias leves e moderadas.

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Inquérito entre pacientes e médicos sobre as estratégias aplicadas na prevenção e tratamento da retinopatia diabética

Manuel A. P. Vilela
Adriana K. Saadi
Letícia Pletsch
Antônio Giacomet

O objetivo do presente estudo foi o de analisar as atitudes de manejo adotadas por médicos e pacientes na prevenção e tratamento da retinopatia diabética em nosso Estado. Quarenta e sete pacientes, de clínicas privadas e serviços previdenciários de saúde, e quarenta e cinco clínicos e endocrinologistas foram entrevistados de forma protocolada. Os resultados mostraram que apenas 29,7% dos pacientes procuraram aos oftalmologistas orientados por seus médicos especialistas, 80,8% dosando a glicemia ocasionalmente, e apenas 10% seguindo um esquema intensificado de tratamento. Entre os médicos, apenas 22% faziam fundoscopia de rotina, e somente 44% indicavam adequadamente os exames oftalmológicos. Os resultados desta amostragem mostram uma expressiva distância entre o que é recomendado e aquilo que é realizado no manejo da retinopatia diabética em nosso meio.

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Medida da função de sensibilidade ao contraste com redes senoidais e E de Snellen em diferentes padrões de perda visual

Marco Lico e Cividanes
Andre Jucá Machado
Antonio Augusto Velasco e Cruz

A função de sensibilidade ao contraste foi medida em pacientes portadores de catarata, neuropatia óptica e retinopatia diabética mínima, com redes senoidais e com o optotipo E e comparada com os resultados de um grupo controle normal. Nos pacientes com neuropatia óptica, a rede senoidal foi mais sensível para a determinação das perdas visuais em baixa frequência. Nos pacientes com catarata o uso do E amplificou as perdas em altas.

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Implante de lente de câmara anterior para correção da miopia em olhos fácicos

Luciana L. Vanzella
Walton Nosé
Paulo Schor
Norma Allemann
Regina Menon Nosé
Wallace Chamon

Objetivo: O presente estudo avalia a segurança e a eficácia dos implantes de lentes de câmara anterior em olhos fácicos para a correção da miopia.
Métodos: Foram estudadas, retrospectivamente, a acuidade visual com e sem correção, a refratometria, a contagem endotelial e a incidência de complicações intra e pós-operatórias, em 15 olhos de 12 pacientes seguidos por um mínimo de 6 meses (média 25,8 meses) após a cirurgia.
Resultados: Não houve complicações nesta série. A média do equivalente esférico diminuiu de -15,15 DE para -0,77 DE após a cirurgia (p<0,001). A acuidade visual sem correção pós-operatória média foi de 20/34, e estava melhor ou igual a 20/40 em 11 dos 13 olhos (85%) avaliados para este fim. Nenhum paciente apresentou diminuição da acuidade visual corrigida por óculos, e houve melhora desta em 8 dos 15 olhos (53%). Não houve diminuição da densidade endotelial central pré-operatória (2719,4 células/mm2) em relação à pós-operatória (2774 células/mm2; p>0,05).
Conclusões: Nesta pequena amostra, com a metodologia utilizada, o procedimento se mostrou seguro e eficaz. No entanto, estudos com uma população e seguimento maiores são necessários para a definitiva comprovação clínica deste procedimento.

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Efeitos da nimodipina na circulação retrobulbar em glaucoma de pressão normal: análise por Doppler colorido

Wilma Lelis Barboza
Vital Paulino Costa
Lazio Molnar
Giovani Guido Cerri

O objetivo deste estudo é avaliar a repercussão do uso de nimodipina na circulação retrobulbar de pacientes com glaucoma de pressão normal. Utilizando o Doppler colorido, examinamos doze pacientes, num estudo duplo mascarado, cruzado e controlado por placebo. Foram avaliadas as velocidades de fluxo máxima na sístole, velocidade diastólica final e calculado o índice de resistência vascular nas artérias oftálmica, central da retina e ciliar posterior curta. O presente estudo sugere que a nimodipina não resulta em melhora dos parâmetros hemodinâmicos, pela análise por Doppler colorido, em pacientes com glaucoma de pressão normal.

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Efeito do propofol na pressão intra-ocular

Roberto Freire Santiago Malta
Arnaldo Cardamone Amêndola
Marcos Chaves Barbosa
Paulo Yutaka Ohara

Os autores estudaram o comportamento da PIO nos olhos contralaterais de 27 pacientes submetidos a cirurgia de facectomia com anestesia peribulbar sob o uso do propofol.
Os resultados mostraram uma diminuição de cerca de 45% da PIO após 2 e 4 minutos da injeção intravenosa deste anestésico.
Foi discutido a possibilidade do efeito protetor do propofol em relação às hipertensões oculares advindas dos bloqueios peri ou retrobulbares.

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Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada Revisão de 16 casos

Getúlio Ferreira de Albuquerque Filho
Ednaldo Atem Gonçalves
Angelo Gil Sampaio
João Orlando Ribeiro Gonçalves

Este trabalho realiza uma análise clínica percentual em um grupo de 16 pacientes portadores da Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, no período de 1977-1994, atendidos no Serviço de Uveítes de Clínica Oftalmológica do HGV - CCS - FUFPI.

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Dominância ocular e correção de presbiopia com lentes de contato através da técnica de monovisão

Nilo Holzchuh
Milton Ruiz Alves
Newton Kara José

Para analisar a relação entre dominância ocular e o olho escolhido para visão de perto, foram selecionados 372 pacientes, distribuídos em 3 grupos, sendo o primeiro (grupo I) com 236 pacientes emétropes, o grupo II com 136 pacientes amétropes não anisométropes, e o terceiro (grupo III), com 51 pacientes anisométropes. A determinação do olho dominante foi realizada através do teste de Dolman. No grupo I a correção para perto estava no olho não dominante em 110 casos (46,61%), no olho dominante em 96 casos (40,68%), e era usada de forma indiferente em 30 pacientes (12,71%). No grupo II a correção para perto estava no olho não dominante em 54 casos (63,53%) e no olho dominante em 31 indivíduos (36,47%). No grupo III a correção para perto estava no olho não dominante em 46 casos (90,20%) e no olho dominante em 5 pacientes (9,80%). Estes achados mostram que um número significativo de indivíduos nem sempre contemplam o olho dominante com a visão para longe e o olho não dominante sempre com a visão para perto.

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Será justificável a cirurgia para proliferação vítreo-retiniana após trauma perfurante ocular?

Sidney A. Pardo
José Augusto Cardillo
Ayrton R. B. Ramos
Katia Emiko Taba
Antonio M. B. Casella

Objetivo: Determinar o prognóstico e a satisfação dos pacientes com trauma ocular perfurante que foram submetidos à cirurgia para proliferação vítreo-retiniana (PVR).
Métodos: Prontuários de sessenta pacientes foram reavaliados para caracterizar a taxa de sucesso cirúrgico anatômico e funcional. Trinta pacientes foram selecionados de modo aleatório e questionados por telefone.
Resultados: Houve melhora visual para a maioria dos pacientes. Trinta e cinco pacientes (58,3%) apresentavam a retina colada no final do seguimento. Em média, 2,89 cirurgias foram realizadas por olho. Dezenove (63,3%) pacientes afirmaram que voltariam a operar novamente e 14 (46,6%) que o ganho de campo periférico foi de benefício.
Conclusão: Essa forma de tratamento deve ser oferecida e a decisão final deve ser tomada pelo paciente bem orientado e seu médico.

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Conteúdo protéico do humor aquoso no glaucoma congênito primário

Walter Gomes Amorim Filho
José Belmiro de Castro Moreira
Paulo Augusto de Arruda Mello
Márcia Beatriz Tartarella

O conteúdo protéico do humor aquoso de 20 pacientes portadores de Glaucoma Congênito Primário e 18 de Catarata Congênita foi submetido a análise quantitativa e qualitativa. O humor-aquoso foi coletado através de paracentese em pré-operatório imediato.
A concentração total das proteínas do humor aquoso de todos os pacientes, foi avaliada pelo método de BRADFORD e mostrou que o conteúdo protéico total é maior nos pacientes com Glaucoma Congênito Primário quando comparado aos pacientes com Catarata Congênita, sendo a diferença, estatisticamente significante.
À análise qualitativa foi realizada pela Unidade Automatizada - Phast System, utilizando-se gel SDS-PAGE com gradiente 8 - 25%, corado pela prata. Todas as placas de gel revelaram a presença bem marcante da proteína de 67 KD (Albumina). Outras proteínas, de alto e baixo peso molecular foram reveladas, com incidência estatisticamente não significante.

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O Banco de Olhos Moderno

Sidney Júlio de Faria
Sousa & Stella Barretto

Este trabalho procura rever as atividades de um Banco de Olhos de forma panorâmica. A ocasião é oportuna porque coincide com a aprovação de uma polêmica lei federal de transplantes, de modo a colocar o assunto em relevo. Dividimos o assunto em itens que, ao nosso ver, têm maiores chances de atualizar conceitos e despertar discussões para o aprimoramento dos Bancos de Olhos em nosso país.

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Rabdomiossarcoma subconjuntival - Relato de um caso

Luis Paves
Eliana Monteiro Caran
Paulo Gois Manso
Antônio Sérgio Petrilli
Moacyr Pezati Rigueiro

É descrito um caso de rabdomiossarcoma epibulbar de localização subconjuntival em um paciente de 18 anos de idade. Foram realizados exames de tomografia computadorizada e biópsia da lesão para confirmação diagnóstica. O tratamento instituído consistiu em quimioterapia e radioterapia adicional para controle local.

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